Espaço Arte
  • O fotógrafo também dança

    Publicado em 23/05/2019 às 13:59

    O Espaço Expositivo recebe durante todo o mês de maio a exposição “O Fotógrafo também Dança”. Concebida pelo fotógrafo catarinense Cristiano Prim, a mostra exibe 20 imagens e é uma das atrações da V Semana da Dança UFSC, que acontecerá entre os 27 a 31 de maio de 2019, trazendo várias apresentações gratuitas para toda comunidade.

    A mostra

    O fotógrafo objetiva fortalecer a conexão entre dança e fotografia, amplificando questões poéticas, históricas e sociais que permeiam as fotografias de dança, conectando não apenas assuntos artísticos, mas comportamentais, econômicos, políticos e tecnológicos. Trata-se de invocar a potência imaginativa e reflexiva da dança por meio dos registros da imagem.

    A mostra de Cristiano Prim focaliza as atenções à fotografia da dança, trabalho este realizado pelo artista pelos últimos 20 anos nas mais variadas sortes de eventos e espetáculos do grupo Cena 11 Cia de Dança. Prim tornou-se perito na captura da dança em imagens artísticas ao início dos anos 1990, quando se envolveu com o Grupo. De fato, a cobertura fotográfica que vem realizando para grupos e evento de dança tem contribuído para a evolução da cena artística. Suas imagens são frequentemente encaminhadas por agentes da dança do Brasil e exterior às assessorias de imprensa dos jornais, bem como, são publicadas ao lado de textos críticos. São, também, exibidas como fontes de interrogação e reflexão em artigos e trabalhos acadêmicos que versam sobre dança.

    Prim exerce a função de registro documental da dança, colaborando para a manutenção de uma memória histórica. Longe de mera ilustração, suas fotos também apresentam conteúdos artísticos fundamentais. Cristiano Prim conquistou o meio artístico da cidade de Florianópolis/SC, com a visão de que fotografar é uma arte, neste caso específico, uma composição singular entre dança e imagem. Assim, a parceria entre foto e dança é acompanhada de uma relação positiva entre o fotógrafo e a comunidade artística.

    O artista

    Cristiano Prim é natural de Blumenau, vive em Florianópolis desde 1989 e é graduado em Educação Artística (licenciatura) pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Profissional com uma trajetória de mais de 20 anos na cidade de Florianópolis, especializado em retratar o movimento aqui representado pela dança catarinense, seu trabalho apresenta uma oportunidade de conhecimento e interrogação acerca da dança, apontando questões poéticas, históricas, sociais, políticas, tecnológicas e econômicas, vislumbradas em suas imagens. Trata-se de uma ocasião de duplo reconhecimento por meio da fotografia: uma carreira dedicada à dança e força da dança catarinense.

    Serviço 

    Exposição: O Fotógrafo também Dança
    Material: Fotografias 60 x 90cm, papel Canvas Canson Photoart 395gsm
    Autor: Cristiano Prim
    Site: www.cristianoprim.com.br
    Quando: maio/2019 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Onde: Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Classificação: Livre


  • O DAC sob diversos olhares

    Publicado em 23/05/2019 às 12:02

    A exposição O DAC sob diversos olhares está aberta para visitação no Hall do Centro de Cultura e Eventos da UFSC durante todo mês de maio. A mostra é o resultado da seleção de trabalhos finais de desenho de observação dos estudantes do 2º semestre de 2018, da disciplina Oficina de Desenho I, do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC.

    Após uma série de exercícios de desenho de observação, a professora da disciplina, Vanessa Casarin, solicitou que os graduandos desenhassem o Departamento Artístico Cultural (DAC) como última atividade do semestre. Para a mostra foram selecionados apenas os trabalhos que observaram os requisitos mínimos do desenho de observação como enquadramento, proporção, perspectiva e sombra.

    No semestre de 2018.2 foram reunidas as duas turmas de calouros para realizar a atividade que, além de ilustrar as habilidades de desenho dos alunos, oportuniza o conhecimento do caminho para um aprendizado contínuo oferecido pelas diversas oficinas realizadas pelo DAC ao longo do ano.

    (texto adaptado de Gabriel Endrigo, estagiário da Secarte)

    Serviço 

    Exposição: O DAC sob diversos olhares
    Material: Desenhos de observação
    Autores: Alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC
    Quando: maio/2019 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Onde: Hall – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Quanto: Gratuito


  • Campeche Postal – Memórias e Afetos

    Publicado em 25/03/2019 às 18:46

    As imagens da exposição Campeche Postal são silenciosamente eloquentes. Na forma de cartões postais elas traduzem resquícios de uma história que remonta ao século XIX, juntamente com o aparecimento da fotografia. Os cartões postais veiculavam imagens de lugares desconhecidos, notícias as mais diversas e cenas do cotidiano.

    As fotografias desta exposição reafirmam o valor do postal como meio de comunicação e forma de expressão, além de resgatar um tema caro para a comunidade, o Bairro Campeche, que teve no Correio Aéreo (Companhia Aéropostale) um momento memorável de sua história. Na época, entre textos e imagens sucintos, cruzavam-se mensagens carregadas de vidas, afetos e lembranças.

    Por Claudete A. S. de Andrade

    Mara Rejane Freire é fotógrafa, publicitária e pós-graduada em fotografia. Atualmente leciona fotografia em seu atelier no Campeche, em Florianópolis. Suas fotografias são sobre as pessoas e suas atividades: o trabalho, as crenças, as festividades.

    Ronaldo Dias Andrade é fotógrafo, analista de sistemas aposentado, e pós graduado em fotografia. Fotógrafo viajante, tem a fotografia de rua e de natureza como seu foco principal.

     

    O Cartão Postal é objeto de desejo, peça de coleção; é fator que demonstra afeto e lembrança de pessoas que visitaram locais distantes e também a descrição da beleza de um local, seja a paisagem, a arquitetura, os habitantes, a fauna e a flora ou a produção humana neste local.

    – Nosso trabalho acontece a partir do Campeche por ser a praia que escolhemos para viver. Nossa relação com a paisagem e com a ocupação humana se dá a partir do amanhecer, e nossa integração se faz desde o contato com a população local como ambiente de lazer e trabalho, no caso, a pesca artesanal. Moramos no bairro onde aterrissavam os aviões do Correio Postal Francês, a Companhia Aéropostale (Compagnie Générale Aéropostale), posteriormente Air France. Em rotas entre a Europa, a África e a América do Sul, esta nossa praia, o Campeche, recebeu provavelmente, alguns dos primeiros cartões postais da história, trazidos por pilotos franceses e, entre eles, ninguém menos que Antoine de Saint Exupéry. O Campeche é um incrível marco postal no Brasil.

    Nas duas últimas décadas, foram recolhidas fotografias que já se transformaram em exposições, livros, calendários e agora, cartões postais. São imagens de fauna e flora,  praia e canoas de pesca artesanal.

    É esta série de cartões postais, Campeche Postal, que já circula pelo mundo todo, que é mostrada nesta exposição. O total de 23 imagens, as 10 imagens originais dos postais, complementadas por mais 13, num desejo de que a imagem espalhe a alegria de ter visitado, a generosidade de doar, e a vontade de conhecer um pouco mais do Campeche.

    Serviço 

    Exposição: Campeche Postal
    Material: Fotografias em molduras
    Autores: Mara Rejane Freire e Ronaldo Dias Andrade
    Quando: 12/03 a 26/04/2019 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Onde: Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Quanto: Gratuito


  • EdUFSC por ela mesma

    Publicado em 25/03/2019 às 18:26

    A exposição fotográfica apresentada constitui-se de poesias compostas pelos trabalhadores da Editora Universitária (EdUFSC) com base em títulos publicados pela própria Editora – as poesias de lombada. Uma das referências para este trabalho foi a exposição da artista plástica estadunidense Nina Katchadourian (1993), que organizava os livros empilhados ou em pé, de forma que seus títulos fossem lidos em sequência, refletindo o acervo de uma biblioteca ou de uma coleção privada.

    Para esta exposição, os trabalhadores da EdUFSC fizeram composições poéticas com os títulos já publicados pela Editora desde a sua fundação, nos anos 1980. Além de valorizar os autores e os tradutores que publicam na Editora, a exposição também permite a expressão artística desses trabalhadores por meio do produto de seu trabalho – o livro, reapropriado de uma forma lúdica (texto extraído do painel).

    Serviço 

    Exposição: EdUFSC por ela mesma
    Material: Fotografias/Cartazes
    Organizadores: Andrea Ventura, Alex Vitor Pinto e Veridiana Bertelli
    Fotógrafos: Gabriel Molinari e Gabriel Varalla
    Quando: 01 a 31/03/2019 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto:
     Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Seleção de projetos para ocupação do Espaço Expositivo

    Publicado em 31/01/2019 às 23:51

    O Departamento de Cultura e Eventos (DCEven) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC torna pública a seleção de projetos de mostras e exposições de artes plásticas de curta duração para ocupação do “Espaço Expositivo do CCEven”, localizado no piso térreo do Centro de Cultura e Eventos (CCEven), que serão expostas no período de 11 de março de 2019 a 06 de dezembro de 2019.

    Diferentemente dos anteriores, neste ano, as exposições terão duração de 45 a 50 dias, cumprindo o calendário definido pela Direção do DCEven (anexo II do edital). Pode participar da seleção qualquer pessoa maior de 18 anos que apresente projeto de acordo com as normas especificadas no edital. As inscrições são gratuitas e estarão abertas em período permanente.

     


  • Mostra itinerante sobre fortificações

    Publicado em 10/12/2018 às 19:26

    A mostra itinerante sobre o “Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina”, após passar por Garopaba, Biguaçu, Lagoa do Peri, entre outros lugares, encontra-se agora no hall do Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e permanece aberta à visitação até o dia 01/03/2019. A exposição é composta por maquetes das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, réplica de canhão, traje militar do século XVIII, além de 10 painéis com textos, mapas e imagens sobre o tema.

    Entre 11/12/2018 e 15/02/2019 a UFSC estará funcionando em horário de verão, e a visitação neste período poderá ser realizada das 7h30 às 13h30.

    A exposição é uma realização da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, setor vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, instituição responsável pela gestão e manutenção das fortalezas de Anhatomirim, Ratones e Ponta Grossa.

    Texto adaptado do site da Coordenadoria das Fortalezas de Ilha de Santa Catarina.

    Serviço

    Exposição: Mostra itinerante sobre fortificações
    Material: Pôsteres, traje militar, réplicas de canhão e maquetes
    Quando: 11/12/2018 a 1/03/2019 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 7:30 às 13:30 até 15/02/2019 e 7:30 às 20:00 até 01/03
    Quanto:
     Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Família: uma maldição latente

    Publicado em 08/11/2018 às 17:05

    Sobre a exposição

    A instituição social mais consagrada pelo ser humano é de longe a menos fiscalizada e sua disfuncionalidade é um elefante na sala que insiste em ser resguardada.

    A partir de cinco desenhos e cinco “poesias-manuais” pede-se que o observador interprete os significados das partes sem sentido da história de uma pessoa que viveu em uma família disfuncional (e, talvez, infelizmente se identifique com as personagens).

    Sobre a artista

    Uma menina que sonhou escapar de seus pesadelos e que hoje procura a arte e expressão, pela música e escrita (agora, também, com desenhos), porque ela ainda não encontrou palavras para descrever suas sensações e sentimentos.

    (texto extraído do painel da artista)

    Serviço 

    Exposição: Família: uma maldição latente
    Material: Poemas e desenhos
    Artista: Gabi Fransmann
    Quando: 08 a 27/11/2018 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto:
     Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: gabifransmann@gmail.com


  • Diversa

    Publicado em 01/11/2018 às 19:12

    Sobre a exposição

    Uma mostra que abriga duas exposições diferentes, guarda em si pontos em comum: os olhares voltados para grupos que são resistência na sociedade brasileira. Para as fotógrafas, Paloma Gomide e Ingrid da Costa, a arte é também um modo de posicionamento político. Um refúgio de luta.

    Este que me olha

    Paloma Gomide, artista visual, trabalha com múltiplas mídias, especialmente cinema e fotografia. Desde 2014 é pesquisadora em hibridismo fotocinematográfico no grupo de pesquisa PACT-UFSC. O projeto intitulado “Este que me olha” se iniciou em janeiro de 2015, quando visitou a aldeia dos Arara-karo em Rondônia, pela primeira vez. Desta primeira ida a campo, resultaram retratos que deram início ao projeto desenvolvido ao longo de três anos. Foram visitas a três aldeias ao todo: Arara-karo, Ikoleng Gaviao e Surui Paiter. No entanto, a forma como esses retratos encontraram forma e aqui se apresentam, é através da prática da cianotipia – uma técnica fotográfica industrial que se utiliza da luz solar para que a imagem se fixe no suporte. Através de uma estética distinta e pouco usual atualmente, o trabalho da artista visa chamar os olhos para estes povos, os povos indígenas do Brasil.

    Realça

    Durante a graduação no curso de Cinema da UFSC, Ingrid da Costa se voltou para a área da exploração fotográfica. A construção dos processos e o voltar para a importância das camadas foram os caminhos seguidos para a criação dos seus trabalhos. O “Realça” é o resultado do processo “Meu percurso fotográfico”, trabalho de conclusão de curso em 2017, no qual estão traçadas todas as decisões e pensamentos para a chegar nesta série final: para Ingrid, um caminho de escolhas, descobertas e dúvidas contínuas. “Da construção dos retratos do ‘Realça’, temos – acredito que sejam – mulheres negras que foram ou poderiam ser. E que são. Escutar, interpretar, ser sensível, absorver, para a se deixar levar por elas, foi decisão. As altas luzes foram guia. Caminharam na pele negra de fundo azul, amarelo e vermelho. Sobre as manchas: marcas e brilhos. Nos ombros e braços. Caminhos traçados por mãos e performances. Sobre a luz que realça a pele, e nenhuma pele igual”.

    Serviço 

    Exposição: Diversa
    Material: Fotografias
    Artistas: Paloma Gomide e Ingrid da Costa
    Quando: 29/10 a 30/11/2018  (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: Gratuito
    Onde:  Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Elas são cores

    Publicado em 01/11/2018 às 19:10

    Sobre a exposição

    Narcisa Amboni, natural de Nova Veneza, se mostra como sujeito e objeto dessa composição heterogênea de faces. Tanto a artista quanto as modelos que ela referencia são livres, mas também servem ao retrato. Mulheres dedicadas a essa arte vivem sob o paradoxo da liberdade artística e da escravidão à referência do real. Buscando a fotografia como método, a artista libertou a modelo da pose, mas capturou o traço de liberdade que a reprodução técnica ainda carrega. O que ela captura, a modelo nunca viu. Está na invenção da própria essência do retrato pela arte, ainda tão fresca e secreta que deve causar estranhamento. Entre a mulher que a arte referencia e a mulher que ela inventa, há uma verdade desconsertante. Narcisa pinta o retrato com a nudez do rosto e a inocência crua dos olhos. De modo que a imagem captura o gesto raro do primeiro olhar.

    Para esse jogo de referências, entre o desenho e o modelo, que já é também representação, arte e técnica, não haveria linguagem mais potente do que a da pop art. Com ela, a fotografia se reduz ao seu traço minimalista do preto e branco. Em Frida Khalo, em Clair Castilhos, em Hannah Arendt, em Marilena Chaui ou em KerexúYxapyry, é a força do espanto, a aura de uma modelo surpreendida pela explosão de luz, como nos lambe-lambes do advento da fotografia que tomou da arte o poder de desenhar o rosto, mas guardou da pintura primordial a magia de revelação. Aquilo que Walter Benjamin chamou de a “infância da fotografia” se traduz no “olhar selvagem” que a acompanha nessa transição de retorno: da fotografia à arte. Quando a sugestão de aura que o retrato produz nos assoma, já estamos mergulhando o pincel na paleta ao fundo para colorir essas presenças femininas no mundo. E podemos repetir Benjamin em êxtase: nunca antes a fotografia esteve tão à altura da arte e a arte tão à altura da fotografia.

    Serviço 

    Exposição: Elas são cores
    Material: Acrílico sobre tela
    Artista: Narcisa Amboni
    Quando: 29/10 a 30/11/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Débora Raizer

    Publicado em 05/10/2018 às 16:38

    Sobre a exposição

    Na atual fase, a artista plástica faz um resgate da beleza e poesia entre o urbano e a natureza, assim, com seus traços fortes como sua personalidade e um colorido vibrante como acredita que tenha de ser a vida, exterioriza com profundidade seus sentimentos. “Nesta fase retrato através de cores vivas o meio ambiente, enfim, tudo que nos rodeia e nos cerca nos fazendo sentir vivos, o urbano, a fauna, a flora, a água, o céu, passando poesia aos olhos de quem observa o movimento. A intuição leva a mistura de alguns estilos.”

    A artista além de executar trabalhos sob a ótica dos 3Rs da sustentabilidade: Reduzir, Reutilizar e Reciclar utilizando garrafas e resíduos de madeiras, também desenvolve em outro segmento um trabalho personalizado junto a designers e decoradores que conforme o ambiente a ser trabalhado consegue com sua sensibilidade, elaborar em parceria com o cliente peça exclusiva para o mesmo.

    Sobre a artista

    Débora Raizer, casada, 48 anos, filha de Nelson Pedro Raizer e Vanir Maria Círico Raizer, natural da cidade de Rio do Sul/SC. Formada em Direito na FURB. Começou a desenhar desde criança por influência de sua mãe também artista plástica, e a partir daí surgiram as pinturas em tela (acrílico sob tela, acrílico sob eucatex), utilizando técnicas mistas, além de aproveitar a pintura em tecidos, porcelana, cerâmica, garrafas e madeira, colecionando premiações em dois destes segmentos.

    Serviço

    Exposição: Débora Raizer
    Material: Pinturas em telas
    Quando: 02 a 29/10/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: gratuito
    Onde: Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: Atelier de Arte Débora Raizer