Espaço Arte
  • Seleção de projetos para ocupação do Espaço Expositivo

    Publicado em 31/01/2019 às 23:51

    O Departamento de Cultura e Eventos (DCEven) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC torna pública a seleção de projetos de mostras e exposições de artes plásticas de curta duração para ocupação do “Espaço Expositivo do CCEven”, localizado no piso térreo do Centro de Cultura e Eventos (CCEven), que serão expostas no período de 11 de março de 2019 a 06 de dezembro de 2019.

    Conforme o Edital nº 002/SeCArte/2018, diferentemente dos anteriores, neste ano, as exposições terão duração de 45 a 50 dias, cumprindo o calendário definido pela Direção do DCEven (Anexo II do edital). Pode participar da seleção qualquer pessoa maior de 18 anos que apresente projeto de acordo com as normas especificadas no edital. As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 10/12/2018 a 22/02/2019.

     


  • Mostra itinerante sobre fortificações

    Publicado em 10/12/2018 às 19:26

    A mostra itinerante sobre o “Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina”, após passar por Garopaba, Biguaçu, Lagoa do Peri, entre outros lugares, encontra-se agora no hall do Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e permanece aberta à visitação até o dia 01/03/2019. A exposição é composta por maquetes das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, réplica de canhão, traje militar do século XVIII, além de 10 painéis com textos, mapas e imagens sobre o tema.

    Entre 11/12/2018 e 15/02/2019 a UFSC estará funcionando em horário de verão, e a visitação neste período poderá ser realizada das 7h30 às 13h30.

    A exposição é uma realização da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, setor vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, instituição responsável pela gestão e manutenção das fortalezas de Anhatomirim, Ratones e Ponta Grossa.

    Texto adaptado do site da Coordenadoria das Fortalezas de Ilha de Santa Catarina.

    Serviço

    Exposição: Mostra itinerante sobre fortificações
    Material: Pôsteres, traje militar, réplicas de canhão e maquetes
    Quando: 11/12/2018 a 1/03/2019 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 7:30 às 13:30 até 15/02/2019 e 7:30 às 20:00 até 01/03
    Quanto:
     Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Família: uma maldição latente

    Publicado em 08/11/2018 às 17:05

    Sobre a exposição

    A instituição social mais consagrada pelo ser humano é de longe a menos fiscalizada e sua disfuncionalidade é um elefante na sala que insiste em ser resguardada.

    A partir de cinco desenhos e cinco “poesias-manuais” pede-se que o observador interprete os significados das partes sem sentido da história de uma pessoa que viveu em uma família disfuncional (e, talvez, infelizmente se identifique com as personagens).

    Sobre a artista

    Uma menina que sonhou escapar de seus pesadelos e que hoje procura a arte e expressão, pela música e escrita (agora, também, com desenhos), porque ela ainda não encontrou palavras para descrever suas sensações e sentimentos.

    (texto extraído do painel da artista)

    Serviço 

    Exposição: Família: uma maldição latente
    Material: Poemas e desenhos
    Artista: Gabi Fransmann
    Quando: 08 a 27/11/2018 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto:
     Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: gabifransmann@gmail.com


  • Diversa

    Publicado em 01/11/2018 às 19:12

    Sobre a exposição

    Uma mostra que abriga duas exposições diferentes, guarda em si pontos em comum: os olhares voltados para grupos que são resistência na sociedade brasileira. Para as fotógrafas, Paloma Gomide e Ingrid da Costa, a arte é também um modo de posicionamento político. Um refúgio de luta.

    Este que me olha

    Paloma Gomide, artista visual, trabalha com múltiplas mídias, especialmente cinema e fotografia. Desde 2014 é pesquisadora em hibridismo fotocinematográfico no grupo de pesquisa PACT-UFSC. O projeto intitulado “Este que me olha” se iniciou em janeiro de 2015, quando visitou a aldeia dos Arara-karo em Rondônia, pela primeira vez. Desta primeira ida a campo, resultaram retratos que deram início ao projeto desenvolvido ao longo de três anos. Foram visitas a três aldeias ao todo: Arara-karo, Ikoleng Gaviao e Surui Paiter. No entanto, a forma como esses retratos encontraram forma e aqui se apresentam, é através da prática da cianotipia – uma técnica fotográfica industrial que se utiliza da luz solar para que a imagem se fixe no suporte. Através de uma estética distinta e pouco usual atualmente, o trabalho da artista visa chamar os olhos para estes povos, os povos indígenas do Brasil.

    Realça

    Durante a graduação no curso de Cinema da UFSC, Ingrid da Costa se voltou para a área da exploração fotográfica. A construção dos processos e o voltar para a importância das camadas foram os caminhos seguidos para a criação dos seus trabalhos. O “Realça” é o resultado do processo “Meu percurso fotográfico”, trabalho de conclusão de curso em 2017, no qual estão traçadas todas as decisões e pensamentos para a chegar nesta série final: para Ingrid, um caminho de escolhas, descobertas e dúvidas contínuas. “Da construção dos retratos do ‘Realça’, temos – acredito que sejam – mulheres negras que foram ou poderiam ser. E que são. Escutar, interpretar, ser sensível, absorver, para a se deixar levar por elas, foi decisão. As altas luzes foram guia. Caminharam na pele negra de fundo azul, amarelo e vermelho. Sobre as manchas: marcas e brilhos. Nos ombros e braços. Caminhos traçados por mãos e performances. Sobre a luz que realça a pele, e nenhuma pele igual”.

    Serviço 

    Exposição: Diversa
    Material: Fotografias
    Artistas: Paloma Gomide e Ingrid da Costa
    Quando: 29/10 a 30/11/2018  (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: Gratuito
    Onde:  Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Elas são cores

    Publicado em 01/11/2018 às 19:10

    Sobre a exposição

    Narcisa Amboni, natural de Nova Veneza, se mostra como sujeito e objeto dessa composição heterogênea de faces. Tanto a artista quanto as modelos que ela referencia são livres, mas também servem ao retrato. Mulheres dedicadas a essa arte vivem sob o paradoxo da liberdade artística e da escravidão à referência do real. Buscando a fotografia como método, a artista libertou a modelo da pose, mas capturou o traço de liberdade que a reprodução técnica ainda carrega. O que ela captura, a modelo nunca viu. Está na invenção da própria essência do retrato pela arte, ainda tão fresca e secreta que deve causar estranhamento. Entre a mulher que a arte referencia e a mulher que ela inventa, há uma verdade desconsertante. Narcisa pinta o retrato com a nudez do rosto e a inocência crua dos olhos. De modo que a imagem captura o gesto raro do primeiro olhar.

    Para esse jogo de referências, entre o desenho e o modelo, que já é também representação, arte e técnica, não haveria linguagem mais potente do que a da pop art. Com ela, a fotografia se reduz ao seu traço minimalista do preto e branco. Em Frida Khalo, em Clair Castilhos, em Hannah Arendt, em Marilena Chaui ou em KerexúYxapyry, é a força do espanto, a aura de uma modelo surpreendida pela explosão de luz, como nos lambe-lambes do advento da fotografia que tomou da arte o poder de desenhar o rosto, mas guardou da pintura primordial a magia de revelação. Aquilo que Walter Benjamin chamou de a “infância da fotografia” se traduz no “olhar selvagem” que a acompanha nessa transição de retorno: da fotografia à arte. Quando a sugestão de aura que o retrato produz nos assoma, já estamos mergulhando o pincel na paleta ao fundo para colorir essas presenças femininas no mundo. E podemos repetir Benjamin em êxtase: nunca antes a fotografia esteve tão à altura da arte e a arte tão à altura da fotografia.

    Serviço 

    Exposição: Elas são cores
    Material: Acrílico sobre tela
    Artista: Narcisa Amboni
    Quando: 29/10 a 30/11/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: Gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC


  • Débora Raizer

    Publicado em 05/10/2018 às 16:38

    Sobre a exposição

    Na atual fase, a artista plástica faz um resgate da beleza e poesia entre o urbano e a natureza, assim, com seus traços fortes como sua personalidade e um colorido vibrante como acredita que tenha de ser a vida, exterioriza com profundidade seus sentimentos. “Nesta fase retrato através de cores vivas o meio ambiente, enfim, tudo que nos rodeia e nos cerca nos fazendo sentir vivos, o urbano, a fauna, a flora, a água, o céu, passando poesia aos olhos de quem observa o movimento. A intuição leva a mistura de alguns estilos.”

    A artista além de executar trabalhos sob a ótica dos 3Rs da sustentabilidade: Reduzir, Reutilizar e Reciclar utilizando garrafas e resíduos de madeiras, também desenvolve em outro segmento um trabalho personalizado junto a designers e decoradores que conforme o ambiente a ser trabalhado consegue com sua sensibilidade, elaborar em parceria com o cliente peça exclusiva para o mesmo.

    Sobre a artista

    Débora Raizer, casada, 48 anos, filha de Nelson Pedro Raizer e Vanir Maria Círico Raizer, natural da cidade de Rio do Sul/SC. Formada em Direito na FURB. Começou a desenhar desde criança por influência de sua mãe também artista plástica, e a partir daí surgiram as pinturas em tela (acrílico sob tela, acrílico sob eucatex), utilizando técnicas mistas, além de aproveitar a pintura em tecidos, porcelana, cerâmica, garrafas e madeira, colecionando premiações em dois destes segmentos.

    Serviço

    Exposição: Débora Raizer
    Material: Pinturas em telas
    Quando: 02 a 29/10/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: gratuito
    Onde: Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: Atelier de Arte Débora Raizer


  • Floripa: magia, cores e encantos!

    Publicado em 05/10/2018 às 16:03

    Sobre a exposição

    A natureza em sua exuberância é o tema da maioria das fotos de Marcos Felipe Ravazzoli. A sensibilidade na composição da fotografia e a paciência ao aguardar o momento certo do click são suas marcas. Frequentador assíduo de trilhas, poucos são os locais ainda não explorados e registrados por suas lentes na Ilha. Conforme o próprio fotógrafo destaca, “cada retorno, a caminhos outrora explorados, traz sempre novos momentos, novas luzes, novos animais e, claro, novas inspirações; a riqueza natural e de cenários em Florianópolis parecem não esgotar as possibilidades de registros”.

    Na exposição “Floripa: magia, cores e encantos!”, o autor procurou, através da busca em seu arquivo pessoal, selecionar uma pequena amostra de suas saídas fotográficas na capital catarinense, tendo sempre a natureza como destaque.

    Mergulhe nesse mar cristalino, respire o ar puro e inspire-se por trilhas onde a natureza ainda é soberana e com certeza faz renovar nossas energias. Viva Floripa! Viva a Ilha da Magia!

    Sobre o fotógrafo

    Apaixonado pela natureza, o fotógrafo Marcos Felipe Ravazzoli encontrou em Florianópolis, além de um local para viver, um vasto e inspirador cenário para os mais diversos registros tanto em terra, como no mar.

    Natural de Porto Alegre/RS, Marcos morou por sete anos em Fortaleza/CE, dois anos em Londres e vive há seis anos na Ilha. Conforme reiteradas manifestações, é aqui que o fotógrafo deseja passar o resto de sua vida.

    Serviço

    Exposição: Floripa: Magia, Cores e Encantos!
    Quando: 02 a 26/10/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: gratuito
    Onde: Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: mfravazzoli@hotmail.com
    Vendas e encomendas: (48) 99970-2929


  • Cores do Rock | Música de Preto

    Publicado em 05/09/2018 às 16:24

    Estão à mostra, no Hall do DCEven e no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, de 05 a 28 de setembro de 2018, as exposições Cores do Rock e Música de Preto, do ilustrador, caricaturista, cartunista e designer gráfico Cláudio Duarte.

    Sobre a exposição

    A exposição é uma coletânea de retratos de artistas clássicos da música mundial como Janis Joplin, David Bowie, Bob Marley, Amy Winehouse entre outros, através da arte cartunista do autor, que, pela memória da música cujos artistas marcaram época, nos faz viajar entre as cores, sejam elas vivas nas suas infinitas tonalidades, ou em tons de cinza, que não tiram a vida das obras, pelo contrário: nos coloca em reflexão.

    Sobre o artista

    Cláudio Duarte traz em seu currículo experiências em algumas revistas como a Fatos e a Manchete e no jornal O Globo. Tem trabalhos publicados pelas editoras Abril, Record, Rocco, Objetiva, Salamandra e Vozes, e conquistou prêmios internacionais, entre eles, medalha de ouro e prata pela The Society for News Desing, e, no Brasil, o prêmio ESSO na categoria de artes gráficas em 2001.

    Serviço 

    Exposições: Cores do Rock e Música de Preto
    Quando: 05 a 28/09/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: gratuito
    Onde: Espaço Expositivo e Hall do DCEven – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: cmduarte01@gmail.com
    Vendas e encomendas: (48) 9-8837-7406


  • Abandono II

    Publicado em 01/08/2018 às 16:44

    Sobre a exposição

    A exposição fotográfica Abandono 2, de Milton Muniz, dispõe as fotografias precedidas por textos explicativos (a trajetória do artista ao fazer tais imagens), tudo suspendido no teto do Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos, de forma que o apreciador viaje pelo mundo urbano de prédios em Florianópolis cuja estrutura aparenta uma cena de “abandono”. Por isso, ao reconhecer determinadas fachadas (pelo menos para aqueles que moram há muito tempo na cidade), passamos a olhar com os olhos do autor da fotografia. Às vezes damo-nos conta de repente, que já vimos aquela cena tantas vezes ao vivo que ela passou a ficar apagada na memória. Abandono 2 fotografa aquilo que “se tornou apagado”, e como diria Walter Benjamin, deixa a áurea da imagem daquele momento que já se passou, porque um momento nunca é igual ao outro. Causando angústia ou não, saudosismo ou não, ou apenas o prazer de apreciar a exposição, o certo é que Milton Muniz nos presenteia com essa mostra fotográfica para nos dizer: “Não esqueça de lembrar!”.

    Sobre Milton Muniz

    Nasceu em 1939, na fazenda Pouso Alto, Distrito Patrimônio de São Jerônimo, município de Ituiutaba, hoje, Gurinhatã (MG). Em 1971 concluiu o curso de História Natural na Universidade Católica de Goiás, e mestrado, em 1978, no Departamento de Genética da Universidade Federal do Paraná. Em 1977, ingressou na Universidade Federal de Santa Catarina como professor de Genética no Departamento de Biologia. Concluiu Doutorado em Engenharia de Produção na UFSC, em 2006, e se aposentou em julho de 2009. De 1988 a 2016, participou ativamente do Movimento Docente (APUFSC-Sindical). Sua última atividade foi como representante do Sindicato junto ao Foro Estadual de Educação de Santa Catarina, encerrada em 2016.

    Para acessar o texto de Milton Muniz, clique AQUI.
    O vídeo abaixo apresenta a exposição na Assembleia Legislativa.

    Serviço 

    Exposição: Abandono 2
    Material: Fotografias e texto
    Artista: Milton Muniz
    Quando: 01 a 31/08/2018 (2ª a 6ª)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto: Gratuito
    Onde: Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: miltonmuniz2008@gmail.com


  • As árvores voltarão a falar

    Publicado em 03/07/2018 às 16:46

    Sobre a exposição

    A exposição As Árvores Voltarão A Falar/…And The Trees Will Speak Again de David Bert Joris Dhert, apresentada no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, narra, em trabalhos fotográficos processados, a paz e a tensão durante os últimos momentos da ocupação indígena chamada de Aldeia Maracanã que aconteceu entre 2006 e 2013 no Rio de Janeiro, Brasil. Elaborada em madeira industrializada em vez de em papel fotográfico, a série convida para uma reflexão mais ampla sobre a ocupação indígena, uma reflexão que vai além da discussão sobre a legitimidade e vai ao encontro da raiz do grito da comunidade indígena brasileira atual, que enfrenta desmatamento e conflitos numa guerra por território contra os grandes empreendimentos no país.

    (texto extraído e adaptado de Convocatória Portfólio em Foco 2017).

    Sobre o artista

    David Bert Joris Dhert é cineasta, antropólogo e artista visual belga, vive desde 2009 entre a Bélgica e o Brasil. Produziu documentário sobre as idas e vindas da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016, através dos olhos de seus compatriotas no Rio de Janeiro. Como fotógrafo, retrata a cidade como aparece, e para sua nova série As árvores voltarão a falar, se concentra na fronteira entre o nativo e a modernidade, fotografando índios que moram no Brasil. Quer visualizar essa tendência de migração na forma de uma questão aberta, com reflexão sobre o Brasil.

    Para acessar as fotografias do artista, clique AQUI. Para assistir ao vídeo da mostra realizada com fotografias juntamente com exibição de tela, clique AQUI.

    Serviço 

    Exposição: As Árvores Voltarão a Falar
    Material: Fotografias miniaturizadas em madeira industrializada
    Artista: Milton Muniz
    Quando: 03 a 26/07/2018 (2ªf a 6ªf)
    Horário: 8:00 às 20:00
    Quanto:
     Gratuito
    Onde: Espaço Expositivo – Piso Térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Contato: carlapvrocha@gmail.com
    Site do artista: http://www.daviddhert.com/
    Instagram do artista: https://www.instagram.com/daviddhert/