ESPAÇO ARTE
  • Cores do Rock | Música de Preto

    Publicado em 05/09/2018 às 16:24

    Estão à mostra, no Hall do DCEven e no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, de 05 a 28 de setembro de 2018, as exposições Cores do Rock e Música de Preto, do ilustrador, caricaturista, cartunista e designer gráfico Cláudio Duarte.

    Sobre a exposição

    A exposição é uma coletânea de retratos de artistas clássicos da música mundial como Janis Joplin, David Bowie, Bob Marley, Amy Winehouse entre outros, através da arte cartunista do autor, que, pela memória da música cujos artistas marcaram época, nos faz viajar entre as cores, sejam elas vivas nas suas infinitas tonalidades, ou em tons de cinza, que não tiram a vida das obras, pelo contrário: nos coloca em reflexão.

    Sobre o artista

    Cláudio Duarte traz em seu currículo experiências em algumas revistas como a Fatos e a Manchete e no jornal O Globo. Tem trabalhos publicados pelas editoras Abril, Record, Rocco, Objetiva, Salamandra e Vozes, e conquistou prêmios internacionais, entre eles, medalha de ouro e prata pela The Society for News Desing, e, no Brasil, o prêmio ESSO na categoria de artes gráficas em 2001. Vendas e encomendas: (48) 9-8837-7406

    Serviço 

    Exposições: Cores do Rock e Música de Preto
    Quando: de 05/09 a 28/09, das 8h às 20h
    Quanto: gratuito
    Onde: Hall do DCEven e Espaço Expositivo


  • Abandono 2

    Publicado em 01/08/2018 às 16:44

  • As árvores voltarão a falar

    Publicado em 03/07/2018 às 16:46

  • Exprimível do Vazio

    Publicado em 21/06/2018 às 16:52

    Acontece de 04 a 29 de junho no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC a exposição EXPRIMÍVEL DO VAZIO – Fragmentos, de Juliana Hoffmann, com a curadoria de Juliana Crispe.

    Sobre as obras

    As obras de Juliana Hoffmann estão envoltas pela memória, em um movimento de repetição e diferenciação, por onde as imagens retornam, modificam-se e ressignificam-se em cada composição. Nesse atravessamento, a artista vem construindo, ao longo de sua trajetória, obras que partem do repertório do vivido.

    Em sua nova exposição, Exprimível do vazio, Juliana foge das telas, pinturas, fotografias e imagens postas, para transitar entre composições que partem de livros corroídos e transformados pelo tempo. Continua a trabalhar com a reminiscência, mas por nova materialidade carregada de intervalos-vazios como marca.

    Por trás dessa nova série, percebe-se a base literária da infância, que permeia a vida da artista. Juliana traz essa informação que ficava lá, oculta em seu passado, como referência para construir novas obras-paisagens-retratos-ficções, que estão presentes na série. Os personagens desse enredo diluem-se em palavras e lacunas, a língua inglesa, que se tornou marca para a família, como profissão dos pais, irmãs e da artista; em sua vivência diária entre a língua estrangeira e a natal, estas entrelaçam essa nova série que reverbera novas estratégias para falar, ou calar, aquilo que retorna como um sempre outro.

    O que se reconhece de íntimo em sua produção nessa nova série de livros corroídos pelas traças e instalações é a memória, que retorna como meio e conceito, mostrando-se embaçada e perfurada, carregada de vazios, que se tornam a potência do trabalho. As linhas vermelhas que percorrem algumas obras é marca de trabalhos anteriores da artista, tentativa de retenção da memória através das amarras, para que nem tudo se esvaia.

    Texto de Juliana Crise

    Sobre a Artista

    Juliana Hoffmann nasceu em 1965, no interior de Santa Catarina, em Concórdia. Ainda na infância, interessou-se pela Arte. Entre individuais e coletivas, a inserção de Juliana no cenário artístico vem desde 1982; com apenas 16 anos, realiza sua primeira exposição.

    A artista expôs em diversas cidades catarinenses, em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília. Internacionalmente, na Itália, França, EUA, Argentina, Holanda e Espanha. Realizou residências artísticas: na França, em 2007, nos Estados Unidos, em 2008, Prêmio Aliança Francesa (2015) – residência em 2016, e na Espanha, em 2016.

    Serviço

    Exposição: “Exprimível do Vazio – Fragmentos”
    Quando: de 04 a 29 de junho – segunda a sexta-feira, das 08 às 20 horas
    Onde:
    Espaço Expositivo do Centro de Eventos
    Contato:  jnhoffmann@gmail.com
    Mais informações: (48) 3721-8718 ou andrea.ventura@ufsc.br

     


  • Vidas Refugiadas

    Publicado em 21/06/2018 às 16:51

    O Hall do DCEven do Centro de Cultura e Eventos da UFSC exibe de 07/06 a 06/07/2018 a exposição VIDAS REFUGIADAS, idealizada por Gabriela Cunha Ferraz, com fotografia de Victor Moriyama e edição de fotos e design de Cristina Veit. O projeto Vidas Refugiadas pretende dar visibilidade e voz às mulheres que pedem refúgio e vivem hoje no Brasil.

    Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas em www.vidasrefugiadas.com.br, de onde se faz o recorte que segue.

    Sobre o projeto

    O tema do refúgio vem sendo abordado em pesquisas acadêmicas e relatórios midiáticos, sempre a partir da perspectiva masculina e raramente com foco na mulher. Por ser minoria, diante das 60 milhões de pessoas deslocadas, a mulher refugiada acaba herdando a invisibilidade já habitualmente experimentada pelas mulheres brasileiras, fazendo com que suas dificuldades sejam menos ouvidas, suas particularidades pouco respeitadas e sua feminilidade completamente ignorada. O resultado desse processo de anulação limita seu acesso a direitos, amplia sua exclusão social, impede sua plena integração e provoca uma perigosa repetição das violações já vivenciadas em seu país de origem.

    As refugiadas são mulheres que não tiveram outra opção senão abandonar suas histórias e locais de pertencimento para salvar sua vida ou preservar direitos fundamentais, como a liberdade. Diferente da imigração que é facultativa e motivada por razões diversas, o refúgio é a única rota de salvação para aquelas que sofreram diferentes tipos de violência. Essa violência pode acontecer de forma generalizada, como na Síria, ou individualmente contra mulheres que passam a ser perseguidas em razão da sua posição social, costumes religiosos, identidade sexual ou apenas pelo fato de ser mulher.

    Em territórios que experimentam situações de guerra e conflito armado, constatamos que as mulheres são sempre as que sofrem as mais graves violações e a maior exposição. Exposição da sua casa, da sua família e do seu próprio corpo que, não raramente, passa a ser mera moeda de troca no conflito. A objetificação dessas mulheres passa, muitas vezes, desapercebida pelas autoridades internacionais e poucas providências são tomadas para garantir a manutenção da sua dignidade. Em busca de salvar sua própria vida, essa mulher precisa fugir e é levada a tomar decisões duras, envolvendo a manutenção da sua liberdade, o futuro dos filhos e a preservação da sua família.

    Distante do seu país de origem, o processo de inserção em uma sociedade completamente distinta é doloroso e gradual. Os desafios encontrados nessa nova realidade, somados à insuficiência de políticas públicas adequadas, provocam um cenário de instabilidade que prejudica o recomeço que pretendia viver no país de acolhida. O sentimento de perda, a nostalgia, as incertezas e a vulnerabilidade experimentada, evidenciam o seu não pertencimento àquele novo local, mas, regressar tampouco é uma opção.

    Confrontados com esse dilema e no intuito de auxiliar na integração das mulheres refugiadas que, hoje, vivem no Brasil, desenvolvemos o projeto Vidas Refugiadas, que pretende abrir um espaço único para que elas possam se expressar, apontando os obstáculos do seu novo cotidiano e os caminhos trilhados na busca pela sobrevivência.

    Serviço

    Exposição: “Vidas Refugiadas”
    Quando: de 07/06 a 06/07/2018, das 8h às 20h
    Quanto: gratuito
    Onde: Hall do DCEven
    Mais informações: www.vidasrefugiadas.com.br


  • Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina

    Publicado em 15/06/2018 às 18:48

    CAFÉ E CULTURA

    A mostra itinerante sobre o “Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina” é composta por painéis com textos, mapas e imagens sobre o tema, distribuídos no espaço da praça de alimentação do Centro de Cultura e Eventos da UFSC até o final do mês de junho de 2018.

     

    A mostra itinerante sobre o “Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina” já esteve em diversas cidades de Santa Catarina como São José, Biguaçu, São Francisco do Sul, Garopaba, e também na cidade de Torres no Rio Grande do Sul.

    A exposição é parte de um catálogo de banners em que quatro jogos desses foram confeccionados em 2014 pelo Projeto Fortalezas da UFSC para exposição nas fortalezas de Anhatomirim, Ratones e Ponta Grossa. Na maioria das exposições, aparecem para acompanhar e ilustrar a exposição itinerante de maquetes dessas mesma fortalezas gerenciadas pela UFSC.

    O presente conjunto de painéis foi baseado em trabalho produzido pelo Projeto Fortalezas Multimídia da UFSC, em 2012, para o Espaço Cultural Silva Paes, da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada – Exército Brasileiro em Florianópolis.

    Contatos para solicitar a exposição itinerante podem ser realizados por meio do telefone (48) 3721-8302 ou pelo e-mail: fortalezas@contato.ufsc.br


  • Bem Vindo(a)!

    Publicado em 28/11/2017 às 13:33

    Seja bem vindo(a) à página do Espaço Arte da UFSC!

    Um espaço para divulgação artística nos três principais locais de exposição no Centro de Cultura e Eventos da UFSC:

    • Espaço expositivo DCEven
    • Hall do Centro de Eventos
    • Praça de Alimentação do Centro de Eventos